Exortação apostólica

     Em um documento divulgado no dia 2 de abril de 2019, papa Francisco disse que a Igreja Católica Romana tem que reconhecer, para o seu próprio bem, sua história de "autoritarismo patriarcal" e abuso sexual de mulheres. O Pontífice se refere aos escândalos de assédio e abuso sexual que vêm sendo descobertos dentro do clero.

     Ele disse que a Igreja "não poderia concordar com tudo o que alguns grupos feministas propõem", o que pode ser considerado uma referência ao celibato exigido aos membros do clero e à proibição do sacerdócio feminino. A Cúria só permite que homens sejam padres e cardeais.

    O Papa está enfrentando críticas sobre a resposta do Vaticano a uma crise de abuso sexual de décadas que prejudicou gravemente a posição do catolicismo em todo o mundo.

     O líder da Igreja Católica deu essas declarações em um documento de 50 páginas chamado de "Exortação Apostólica". Ele contém reflexões do Papa sobre o funcionamento de uma reunião de bispos que durou um mês, em outubro passado, e discutiu o papel dos jovens na Igreja, que tem cerca de 1,3 bilhão de membros.
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