Síria: pessoas curadas em “Hospitais Abertos"

     O projeto "Hospitais Abertos" nasceu de uma iniciativa do cardeal Mario Zenari, Núncio Apostólico na Síria, que, junto com Dom Giampietro Dal Toso, então Secretário do Pontifício Conselho Cor Unum, considerou em 2016 prioritário e crucial encontrar um modo concreto de aliviar e ajudar a população síria exausta da guerra.

     O projeto teve origem na observação de que três hospitais católicos sem fins lucrativos (Hospital Saint Louis em Alepo; Hospital francês em Damasco; Hospital italiano em Damasco), com pessoal médico altamente qualificado e capacidade para oferecer tratamento em todas as especialidades, não eram utilizados de acordo com o seu potencial, embora a necessidade de tratamento fosse muito elevada, devido à barreira financeira para a população pobre síria. Diante disso, o cardeal Zenari envolveu as congregações católicas proprietárias dos hospitais e, junto com o Dicastério para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral, encarregou AVSI de fornecer apoio técnico, enquanto a Fundação Policlínica Gemelli contribuiu como parceira científica e de saúde, fornecendo treinamento e apoio financeiro. O objetivo geral do projeto é apoiar a melhoria das condições psicofísicas das populações mais vulneráveis de Alepo e Damasco, facilitando o acesso aos cuidados de saúde prestados pelos hospitais privados envolvidos. O projeto tem uma duração de 3 anos e meio, de julho de 2017 a dezembro de 2020.


Em 2019, 6.500 pessoas foram curadas graças aos "Hospitais Abertos", um projeto que tem duração de 3 anos e meio, de julho de 2017 a dezembro de 2020
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