O agir pastoral e o Sínodo Arquidiocesano de São Paulo

Em 29 de fevereiro de 2020, às 15h, na Catedral da Sé, acontecerá a abertura da terceira etapa do Sínodo Arquidiocesano de São Paulo, que tem como tema “Caminho de comunhão, conversão e renovação missionária” e lema “Deus habita esta cidade: somos suas testemunhas”. Será o início de uma sequência de assembleias, tendo como meta o caminho a seguir, com a celebração de encerramento, em 27 de fevereiro de 2021


     Desde sempre, a Igreja procurou métodos eficazes para anunciar o Evangelho de Jesus Cristo. Atenta e solícita, a Esposa de Cristo buscou acercar-se de todas as formas para evangelizar. Para sanar possíveis celeumas e corrigir as heresias, que surgiam no interior das comunidades eclesiais, serviu-se de métodos eficazes. Na Igreja primitiva, os apóstolos não mediam esforços para propagar com autenticidade e comprometimento a mensagem salutar do Bom Pastor.  Edificavam as igrejas, escolhiam seus representantes, visitavam regularmente as comunidades, para assegurar a vivacidade e a verdade da mensagem anunciada.

     O primeiro Sínodo Arquidiocesano da Igreja em São Paulo, no seu pleno desenvolvimento, tem seguido esses passos com valorosa determinação. A Igreja paulopolitana foi erigida em 6 de dezembro de 1745. Desde a sua gênese, os bispos foram, a seu tempo, modelos de ser Igreja de Cristo, em terras paulistas. A proposta de um Sínodo na Arquidiocese, por Dom Odilo Pedro Scherer, quinto Cardeal na Igreja Paulista, tem manifestado esse carinho e apreço para com o bem do rebanho por ele conduzido.

     As visitas pastorais nas paróquias e outros organismos da Igreja precederam e continuam para que o Arcebispo conheça seu rebanho. Da iniciativa do Sínodo Arquidiocesano e de todo o aparato eclesial para o seu desenvolvimento têm surgido possibilidades de ler as realidades da grande cidade, a fim de assegurar uma postura salutar para encontrar metodologia adequada e, assim, vivenciar plenamente o querer de Cristo Jesus para a Igreja em São Paulo. Seja, portanto, a última etapa do Sínodo, isto é, o Agir, o melhor para a Igreja paulopolitana.

Fonte: Padre José Ulisses Leva - Jornal O São Paulo

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