Dezembro de 2016 - Estevão, o primeiro mártir da igreja cristã

     A Palavra de Deus relata que Estevão fora escolhido para o cargo de diácono. Esta responsabilidade foi designada a ele e mais outros seis homens que possuíam boa reputação, sabedoria e eram cheios do Espírito Santo. Estes homens teriam a responsabilidade de suprir as necessidades físicas e espirituais dos cristãos.

     Aconteceu que Estevão, cheio da presença gloriosa do Espírito Santo, pregou a palavra de Deus na Sinagoga dos Libertos e, nessa ocasião fora acusado de blasfemar contra Moisés e contra Deus, fator considerado digno de levá-lo ao Sinédrio (conselho supremo dos judeus em Jerusalém, composto de sacerdotes, anciões e escribas, o qual tratava e decidia os assuntos de Estado e de religião). Os judeus, impossibilitados de resistirem à sabedoria do jovem, “alugaram” testemunhas para depor contra Estevão, com falsas acusações resultantes de má interpretação e más intenções.

     Levado a julgamento, mesmo diante de todas as acusações mentirosas, ele permaneceu calado, sereno, na confiança característica de quem está cheio do Espírito e só falou quando foi solicitado. Quanto Estevão toma a palavra, inicia o maior discurso registrado no Novo Testamento. Sua defesa foi pronunciada em forma de pregação. 

     Os acusadores não tinham argumentos para responder à defesa feita por ele e partiram para a violência. Enfurecidos, aos gritos, avançaram todos juntos contra Estevão, jogaram-no para fora da cidade e o apedrejaram. Estevão reconheceu o que Jesus havia sofrido por ele e se dispôs a dar a sua vida pela defesa do Evangelho. 

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