Dom Bosco profetizou a construção de Brasília no século 19

“Entre os graus 15 e 20 havia uma enseada bastante longa e bastante larga, que partia de um ponto onde se formava um lago. Disse então uma voz repetidamente: - Quando se vierem a escavar as minas escondidas no meio destes montes, aparecerá aqui a terra prometida, de onde jorrará leite e mel. Será uma riqueza inconcebível.”

     Tais palavras são consideradas por muitos como uma profecia da construção de Brasília. São o relato de um sonho de São João Bosco. Elas aparecem no livro “Memórias Biográficas de São João Bosco”, escrito por seu assistente, padre Lemoyne.

     Em agosto de 1883, Dom Bosco, sonhou que fazia uma viagem à América do Sul – continente que jamais visitou. No sonho, ele passou por várias terras entre a Colômbia e o sul da Argentina, vislumbrando povos e riquezas. Ao chegar à região entre os paralelos 15° e 20°, viu um local especial, onde, nas palavras de um anjo que o acompanhava em sua visão, apareceria “a terra prometida” e que seria “uma riqueza inconcebível”.

     Setenta e sete anos depois do sonho, era inaugurada no Planalto Central brasileiro a cidade de Brasília, exatamente dentro do intervalo de coordenadas geográficas mencionado na visão de Dom Bosco e emoldurada pelo Lago Paranoá. A vinculação com o sonho do santo existiu desde o começo da construção da capital, porque muitos dos que trabalharam na construção da capital eram ex-alunos salesianos, e sabiam desse sonho-profecia.

     Assim, a primeira obra de alvenaria a ser erguida na capital foi a Ermida Dom Bosco, uma pequena capela em forma piramidal, projetada por Oscar Niemeyer e localizada às margens do Lago Paranoá. Foi construída em 1957 como uma homenagem ao santo – mais tarde feito padroeiro de Brasília ao lado de Nossa Senhora Aparecida – e como um pedido para que ele abençoasse a nova cidade. Além disso, a congregação fundada por São João Bosco, a dos Salesianos, desde 1956 se fez presente acampamentos dos trabalhadores – foi a primeira ordem religiosa a chegar ao Distrito Federal.

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Conheci Dom Bosco na infância quando comecei a frequentar a Paróquia São João Bosco. Ele sempre esteve presente na vida da nossa família, nos orientando, fortalecendo e alegrando. Recebi todos os sacramentos (menos o batismo que foi em Aparecida) nessa comunidade e tivemos a alegria do nosso filho ter feito questão de se casar na Dom Bosco no dia 31 de janeiro de 2015. Fábio e Sandra Nunes

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     Meu marido e eu conhecemos a Paróquia São João Bosco em meados de 1998, apesar de minha mãe ser salesiana desde os tempos de Santa Inês. Porém, a nossa integração com a comunidade não poderia ter sido mais intensa, uma vez que marcada de forma inequívoca pela mais profunda experiência de fé em Deus, devoção a Dom Bosco e da força da união da comunidade em oração, vivenciadas através do milagre da salvação do nosso filho Alexandre, depois de levar uma facada no coração durante um assalto. 

     Era madrugada de 18 de agosto de 2000, dia de novena, quando a comunidade animada pelo pároco da época, padre Mauro Bombo, se preparava para a grande Festa de Dom Bosco. Na missa de sexta-feira, durante a prece, eu havia colocado o Alexandre nas mãos de Dom Bosco.

     Nas primeiras horas do sábado, quando o Alexandre já era submetido à segunda cirurgia, ligamos para o padre e pedimos que rezasse. Fomos prontamente atendidos e contamos, a partir daí, com a fervorosa oração de toda a comunidade. Agora, ao escrever estas linhas, tomada mais uma vez de profunda emoção e sentimento de gratidão, só posso pedir a Deus que abençoe sempre todas as pessoas que, unidas pela oração e fé em Deus, nos presentearam com o milagre da vida. Muito obrigada. Anna Maria e Pomarico
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