Novembro de 2017 - Chegando ao fim para recomeçar

     Estamos chegando ao final de mais um Ano Litúrgico. Quanta experiência de Deus devemos ter vivido neste tempo, certamente vivido com intensidade. É, pois, tempo de louvar, de agradecer a Deus. E de pedir perdão pelo que descuidamos e deixamos passar em vão. Mas é tempo de espera e recomeço.

     No 31º DTC (05.11) celebramos a solenidade de Todos os Santos. A santidade é para todos, é caminho a ser vivido por todos, é convite e proposta de Deus: “Não tenham medo de ser santos”! E a proposta de Jesus é para ser vivida a partir das “Bem aventuranças”. É o programa de Jesus, programa de vida para nós: simplicidade, renúncia a posses, pureza interior, ajuda a quem sofre, confiança em Deus, serviço generoso e partilha de vida como Jesus!

     32º DTC (12.11): eis que o final do ano aproxima mais, está mais perto. É final de etapa, não final de vida! É tempo de viver e renovar o encontro com Jesus, o Senhor da Vida. Tempo de estar atentos e vigilantes, sem ansiedade estressante, mas com amor ardente, na alegria da espera por dias melhores. É tempo de recuperar o tempo perdido, fazer arder a brasa que ainda fumega! Reavivar a fé com o amor solidário de irmãos, a partir do amor de Jesus e com Jesus!

     33º DTC (9.11): é o penúltimo domingo deste tempo. Jesus foi para junto do Pai, mas deixou a nós a missão de viver o compromisso de acordo com sua proposta e projeto.  Precisamos arriscar mais, ser mais criativos, plenos de entusiasmo: não enterrar nossas qualidades e dons. E não ficar enterrado, fechado, com medo. “Ser Igreja em saída”. Seguir Jesus é um risco, mas é preciso arriscar, ou não seremos de Cristo!

     34º e último DTC! (26.11): celebramos a solenidade de Cristo Rei, um rei que fez de seu poder um servir, um reinado de serviço, de entrega, de doação generosa em favor da libertação de todos, de toda opressão. Não como os “reis” de nossa terra /país, que não pensam no bem e no serviço ao povo, ao pobre, mas no bem-estar pessoal. Esse não é o modelo de Jesus. Os poderosos não fazem servir, fazem servir-se. Não tem no seu coração o coração de Deus. E nós como estamos vivendo? Como os donos do poder, ou como o servo dos servos, Jesus? Seremos julgados pelo Senhor pelo que estamos sendo e vivendo no hoje da vida!

Padre Assis Moser, sdb.
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