Boa tarde!           Quarta 20/06/2018     15:58
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2018 é um ano dedicado do leigo católico

Um dos sinais mais positivos dos tempos atuais é a crescente e cada vez mais intensa participação dos leigos na vida da Igreja. O histórico revela o grande número de pessoas que transmitiram os valores do Evangelho em diversas áreas, inclusive no meio político e econômico


     Em 2018, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe à Igreja um aprofundamento sobre a importância dos leigos. Embora esses sempre estiveram presentes na missão e caminhada da Igreja, a novidade surge com o ano específico para ressaltar o valioso trabalho de tantos homens e mulheres envolvidos em movimentos, associações, pastorais que fortalecem a fé cristã na Igreja. 

     Alguém deixa de ser leigo quando é ordenado diácono, podendo ser no futuro um presbítero (padre) ou epíscopo (bispo). Todos os outros na comunidade, são leigos, ou seja, não exercem funções do ministério ordenado, mas fazem parte da vida da igreja. 

     Para cumprir adequadamente a função o leigo precisa ter consciência de duas coisas: 

     1 - Ele é um batizado e por isso tem a obrigação de anunciar o Evangelho. Também se faz necessário o engajamento em alguma pastoral ou movimento, de acordo com o seu carisma e espiritualidade.

     2 - Ele não é clérigo e não se pode colocar acima dos pastores. Existe uma hierarquia a ser obedecida até porque a Igreja vive da Eucaristia, e somente o Ministro ordenado pode consagrar as espécies eucarísticas.

     O tema escolhido para este ano reflete o longo trajeto de estudos realizado pela Igreja no Brasil, que teve como fruto o documento 105: ”Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade”, aprovado na 54ª Assembleia Geral da CNBB. Nele se acentua que o leigo é membro do corpo de Cristo Jesus, responsável pela evangelização, sendo fermento, sal da terra e luz do mundo. Esse documento vem fazendo crescer a consciência da missão do leigo em todo o Brasil e, sem dúvida, o Ano do Laicato reacende a importância da missão. A CNBB propõe ressignificar as mentes e os corações das pessoas para uma participação mais viva e consciente.
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