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Abril de 2018 - Marcos, o evangelista, se “limita” ao relato das práticas de Jesus

     Marcos foi um cristão do primeiro século, primo de Barnabé, cooperador dos apóstolos e autor do segundo Evangelho do Novo Testamento que leva seu nome. Apesar de não ser citado nominalmente no Evangelho que escreveu, ele é mencionado no livro de Atos dos Apóstolos e nas cartas apostólicas.

     Seu nome hebraico era João, Yohanan, que significa “Javé mostrou graça”, mas, assim como muitos judeus de sua época, ele assumiu o sobrenome latino Marcus, “um grande martelo”, que em sua forma grega é Markos. Por isso, ele frequentemente é designado como João Marcos (Atos 12:12,25; 15:37).

     O evangelista Marcos foi discípulo de Pedro e o fundador da Igreja de Alexandria. Escreveu o Evangelho que recebeu seu nome com a finalidade precisa de responder à pergunta: “Quem é Jesus”. Ele, porém, não responde com doutrinas teóricas ou discursos, apenas relata as práticas de Jesus, fazendo compreender que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. Marcos deixa claro que sua obra não é completa e que o leitor, através de sua própria vida, torne-se discípulo de Jesus.

     Em determinada fase da vida, Marcos foi perseguido pelos pagãos  ressentidos com a propagação da religião cristã. Ao prendê-lo, colocaram uma corda em seu pescoço e o arrastaram pelas ruas da cidade até sua morte. Em 828, seus restos mortais foram transportados para Veneza e colocados em um edifício construído para guardar as relíquias do apóstolo. Hoje, no local, se encontra erguida a Basílica de São Marcos, na Praça de São Marcos em Veneza, em sua homenagem.
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