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Fevereiro de 2018 - Pedro, o apóstolo impulsivo e sincero

     Este apóstolo é citado 154 vezes no Novo Testamento com o nome de “Pedro”, ou seja, “Pedra”. Esta é a tradução para “Kefa”, em aramaico, língua materna de Jesus. É chamado também 75 vezes por seu nome original “Simão”. Outras vezes aparece simplesmente como “filho de João”.

     Era natural da pequena cidade de Betsaida, nos arredores do Mar da Galileia. Dali veio também André, seu irmão e Felipe. Tinha forte sotaque de pescador da Galileia. Mas Pedro não era um pescador qualquer. Tinha uma pequena empresa de pesca em sociedade com um tal Zebedeu que era pai de outros dois apóstolos: João e Tiago. Devia ter alguma estabilidade econômica. Era um homem religioso. Acreditava que Deus interviria na situação da época, já que a região era dominada e explorada pelos romanos.

     No início Jesus escolheu apenas cinco apóstolos, conforme o costume dos rabinos da época. Um deles era Pedro. O número de doze passou a representar as tribos de Israel, ou seja, o pequeno grupo dos apóstolos seria a semente do novo povo de Deus.

     Simão Pedro tinha um temperamento que unia alguns contrastes; era forte e ao mesmo tempo fraco; era corajoso e ao mesmo tempo medroso; decidido e duvidoso; racional e muito emotivo; inteligente e ingênuo; capaz de dar a melhor resposta e também de dizer a maior bobagem; podemos dizer que era uma pessoa totalmente humana. Pedro era pedra para construir e também para atrapalhar. Era o tipo de pessoa que costumamos chamar de “uma pedreira”. Mas a qualidade que integrava todos estes paradoxos é que Pedro era uma pessoa absolutamente sincera e apaixonada por Jesus. 
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